Você já notou pequenas dobras ou “excesso de pele” na borda do ânus? Essas pequenas saliências, conhecidas como plicomas (ou mariscas anais), são pregas de pele excedente que se formam na região perianal. Não se trata de uma doença grave ou de um tumor, mas sim de uma condição que, apesar de benigna, pode causar bastante desconforto — físico, higiênico e estético — e impactar diretamente a sua qualidade de vida e a sua autoestima.
O plicoma surge quando a pele da região anal sofre um estiramento repetido ou quando há uma cicatrização irregular após algum processo inflamatório. Com o tempo, esse excesso de pele se torna permanente. Os principais incômodos que o paciente costuma relatar incluem:
Dificuldade de higiene após evacuar, com sensação de que a região nunca fica totalmente limpa;
Acúmulo de umidade e suor entre as dobras, gerando coceira, irritação e vermelhidão;
Desconforto estético que pode gerar insegurança em situações íntimas;
Atrito desconfortável com roupas justas ou durante a prática de exercícios físicos;
Em alguns casos, pequeno sangramento se a pele for lesionada pelo atrito constante.
Os plicomas anais são muito comuns e afetam tanto homens quanto mulheres, principalmente adultos. Fatores de risco incluem o histórico de doença hemorroidária (as hemorroidas externas, ao desinflarem, podem deixar essa pele excedente), episódios repetidos de intestino preso com esforço evacuatório, obesidade, gravidez (devido à pressão e às alterações hormonais) e o próprio envelhecimento natural da pele, que perde elasticidade com o tempo.
O plicoma é, na maioria das vezes, a marca deixada por um processo anterior de estiramento ou inflamação da região anal. Para evitar o surgimento de novos plicomas e proteger a saúde da sua pele perianal, algumas atitudes fazem diferença:
Cuide do seu intestino: Uma dieta rica em fibras e muita água evitam o esforço evacuatório, principal causa de estiramento da região.
Higiene suave: Evite o papel higiênico áspero. Prefira lavar a região com água ou usar lenços umedecidos sem álcool e sem perfume.
Evite o atrito excessivo: Roupas íntimas de algodão e confortáveis reduzem a irritação local.
Trate precocemente: Se você tiver hemorroidas ou processos inflamatórios na região, procure um especialista cedo. Quanto antes tratado, menor a chance de sequelas na pele.
Quando o plicoma já está formado, pomadas e cremes não conseguem eliminá-lo, pois trata-se de um excesso de pele que precisa ser removido. É aqui que a tecnologia se torna sua maior aliada.
Como especialista em coloproctologia com foco em técnicas modernas e minimamente invasivas, utilizo a cirurgia a laser (Laser de CO2) para o tratamento do plicoma anal. O laser atua com uma precisão extraordinária, removendo o excesso de pele com cortes mínimos, controlando o sangramento instantaneamente e promovendo uma cicatrização muito mais limpa e esteticamente favorável.
O resultado é uma pele lisa, sem o desconforto das dobras, com recuperação rápida, muito menos dor no pós-operatório e um retorno seguro à sua rotina — e à sua intimidade — com confiança e conforto.
Não deixe o desconforto limitar a sua vida.
Seja pela dificuldade de higiene, pelo incômodo físico ou pela insegurança estética, você não precisa conviver com os plicomas anais. É uma condição que tem tratamento rápido, seguro e com resultados excelentes, realizado com discrição, respeito e a mais alta tecnologia.
Agende sua consulta e dê o primeiro passo para recuperar o seu conforto, a sua confiança e a sua qualidade de vida.












